PROCURAR neste blog

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Igreja em células

Esta é a proposta que mais aprecio,
já vivi algo parecido alguns anos, chamava "Comunidade dos Discípulos de Jesus"
que progressivamente caminhou para concentração em prédio próprio.

http://www.lucasbanzoli.com/2018/04/os-pros-e-contras-da-igreja-em-celulas.html


Os prós e contras da Igreja em células


Para quem não sabe, a “Igreja em células” se refere a pequenos grupos de pessoas de uma mesma igreja que se reúnem na casa de um “líder de célula” para um culto diferente em algum dia durante a semana. Em relação ao culto padrão aos domingos é menor na duração, mas a principal diferença é que não se trata de uma única pessoa (um pastor) falando por uma hora sem parar, mas de um ambiente de interação entre os diferentes membros do grupo, onde cada um dá a sua opinião sobre os assuntos, discute as temáticas, acrescenta alguma coisa, pede oração e etc. Isso não significa que não haja alguém responsável pela pregação da Palavra, e sim que essa pregação não é um monólogo. Também não exclui e nem deve se sobrepor aos cultos em que a igreja toda se reúne a cada domingo.

A maioria das igrejas que adota este sistema o chama de “célula”, embora a primeira igreja que eu congreguei e vi adotando esse modelo o chamava de “grupo familiar”, e outras chamem de “grupos pequenos” ou nomes semelhantes. Mas o nome em si é o que menos importa. O que importa são seus prós e contras.


Prós:

• Maior propensão de crescimento – O termo “célula” acabou pegando porque expressa bem o sentido de algo em constante crescimento e desenvolvimento, pois um dos propósitos de uma “célula” é crescer e se dividir em novas células, resultando assim no crescimento da Igreja. Uma célula tem uma propensão de crescimento maior que uma igreja comum porque o modus operandi é totalmente diferente. Enquanto na igreja comum a igreja fica aberta nos dias de culto e quem é de fora tem que tomar a iniciativa de entrar, nas células são os membros dos grupos que vão atrás dos de fora e os convidam a participar da reunião. Assim, vizinhos, amigos e parentes descrentes que dificilmente pisariam o pé em uma igreja formal, visitam a célula na casa da pessoa e ocorrem muitos casos de conversões. Com o tempo, essas pessoas passam a frequentar a igreja também, e quando o grupo passa a ganhar muitos membros novos ele se divide em dois, para manter o propósito de grupos pequenos.

• Mais comunhão e interação humana – Em se tratando de igrejas grandes que não funcionam no sistema de células, e até de igrejas nem tão grandes assim, é frequentemente comum os membros dessas igrejas não conhecerem uns aos outros, pois só se veem rapidamente aos domingos durante o horário de culto, participam ali e vão embora ao final. No máximo há uma ou outra conversa superficial ou formalidades (cumprimentos, “a paz do Senhor” e etc), mas não há verdadeira comunhão. Muitas vezes o irmãozinho que precisa de uma ajuda em qualquer questão particular precisa esperar um tempão na fila para conseguir um minutinho de conversa com o pastor, isso quando o pastor não dá no pé no final do culto para não ficar sobrecarregado. E é claro que um pouco de conversa não vai solucionar nada na vida de ninguém.

Com o sistema de células a coisa é bem diferente. Cada crente individual pode se integrar a alguma célula mais próxima da sua casa, e ali conhecer as pessoas de forma mais próxima, construir amizades e laços importantes para a vida toda, tirar todas as suas dúvidas, desabafar, contar os seus problemas, pedir oração e tudo mais que precisar. Há muito mais interação humana, muito mais comunhão, preserva muito mais o sentido bíblico da igreja como um corpo. Com a célula é muito mais difícil um cristão se sentir sozinho e abandonado em meio à multidão da igreja, o que também é importante para mantê-lo firme na fé em vez de construir laços mundanos.


Contras:

• Líderes sobrecarregados – Talvez o principal problema do modelo de células sejam os fardos pesados que seus líderes geralmente tendem a carregar. Isso porque, na maior parte das igrejas, os líderes não são apenas pessoas que tem que abrir a casa no horário da célula e fazer uma pregação, mas principalmente visitar cada membro, cuidar de cada pessoa, solucionar cada problema, lidar com cada questão individualmente nos outros dias da semana, e isso demanda um tempo e esforço que muitos desses líderes não dispõem.

Diferentemente do pastor que é remunerado, vive disso e ganha para isso, o líder de célula é uma pessoa comum com trabalho, família e afazeres, sem ganhar um centavo para produzir todo esse esforço extra, que muitas vezes os sobrecarrega muito acima da conta. Em muitas igrejas também é comum os líderes de célula serem cobrados pela liderança da igreja quanto ao crescimento, tendo cotas e metas ridículas a cumprir, que só aumentam o fardo desnecessariamente. Crescimento é bom, mas não a obsessão pelo crescimento.

• Líderes com pouco preparo – É verdade que este problema é crônico mesmo em se tratando de pastores propriamente ditos, pois é bastante sabido que muitas igrejas formam pastores de qualquer jeito, sem preparo ou qualificação relevante. Muitos deles jamais leram a Bíblia inteira alguma vez na vida. Mas se o nível pastoral já costuma ser baixo em muitas (mas não em todas) igrejas, a liderança de célula não costuma ser melhor. Muitos líderes de células são formados em um retiro de final de semana ou coisa do tipo. O resultado às vezes são células com pouco embasamento bíblico, para não dizer heréticas. Às vezes o crescimento excessivo de uma célula acaba resultando em uma nova igreja propriamente dita (não apenas em uma nova célula), o que não seria nenhum problema no caso da doutrina ali ensinada ser genuinamente cristã, mas por vezes resulta em seitas à la Caio Fábio.


Opinião

Muito mais poderia ser dito de prós e contras o sistema de células, mas meu posicionamento pessoal com relação a isso é que esse modelo pode ser bastante útil, desde que corrigidos seus equívocos e implementado corretamente. Para uma célula ser considerada saudável deve-se necessariamente preparar os líderes de maneira mais sólida e de modo algum sobrecarregá-los com múltiplas funções que em tese deveriam ser responsabilidade do pastor, a não ser que esses líderes sejam remunerados para isso também, extraindo do salário do próprio pastor (o que dificilmente será admitido).

Um líder de célula deve ser responsável pelo “culto familiar” e tudo o que o envolve durante aquele tempo de reunião, mas não de sair visitando todo mundo ou se responsabilizando integralmente por todos os problemas de cada indivíduo. Por razões óbvias, a célula é desnecessária em igrejas que já são pequenas, mas são importantes em igrejas médias ou grandes. A ideia de pequenos grupos se reunindo em casas é bastante familiar com a linguagem do Novo Testamento, pois a Igreja primitiva não se reunia em grandes templos ou mega-igrejas, mas em casas simples de crentes comuns, como os seguintes textos nos mostram:

“Saúdem Priscila e Áquila, meus colaboradores em Cristo Jesus. Arriscaram a vida por mim. Sou grato a eles; não apenas eu, mas todas as igrejas dos gentios. Saúdem também a igreja que se reúne na casa deles (Romanos 16:3-5)

“Saudai os irmãos de Laodicéia, e Ninfa, e à igreja que ela hospeda em sua casa (Colossenses 4:15)

“À irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa (Filemom 1:2)

Lembrando que este artigo não tem nada a ver com G12, M12, MDA ou “métodos de discipulado” que muitas vezes fazem mais mal do que bem, servindo apenas para atrapalhar o modelo simples de célula que tem de tudo para funcionar sem essas problemáticas intromissões. Mas isso será assunto para um artigo futuro.

Paz a todos vocês que estão em Cristo. 

Por Cristo e por Seu Reino,


- Siga-me no Facebook para estar por dentro das atualizações!


- Baixe e leia os meus livros clicando aqui.

- Acesse meu canal no YouTube clicando aqui.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Carne

Observando as orientações sobre a preparação do cordeiro pascal constatamos ser melhor evitar carne cozida:

9. Não comam a carne crua, nem cozida em água.
(Êxodo, 12)

domingo, 8 de janeiro de 2017

musicalização da bíblia

A obra do Cid Moreira é magnânima, imagino que será referência em língua brasileira por séculos.

Porém produzida numa cultura matriarcal, cruel, desumana, certamente traz ranços deste ambiente.

Escutando meus livros favoritos diuturnamente sempre vem perspectivas de como fazer algo mais íntegro, harmônico com a Perspectiva Divina. Tanto que muitas vezes prefiro a apresentação somente falada, sem a teatralidade que o Cid Moreira fez.

A seguir coloco algumas passagens para chamar a reconstrução de alguns pontos desta obra explêndida que Deus permitiu chegar a mim.

Êxodo 15

Coral de mulheres 😣 com letra ininteligível.

Num contexto onde a mulher é propriedade do homem, assim como oa filhos e os bens materiais.
Onde o belicismo é cantado...

Usar vozes femininas prá isso?
Sem discernir as palavras?

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Renascendo

A cada dia criamos milhares de células novas nos regenerando, reconstruindo.
O cabelo e as unhas trocamos cada 6 meses, os ossos cada dois anos, a pele cada 7 dias, a pele de dentro do intestino cada 24 hs.
Essa é a realidade da natureza. Quando assumimos isso no plano mental, deixando as "células mortas" prá trás, entramos em ressonância com a natureza, aproveitando o orvalho que rega a nova vida a cada manhã.

João 3:3
https://drive.google.com/file/d/0B77JBJ0NUNEoWXN2cXBjc3NVZzA/view?usp=drivesdk

João, 3

1. Havia uma autoridade religiosa entre os judeus cujo nome era Nicodemos.
2. Ele veio a Jesus à noite e disse: “Mestre, todos nós sabemos que Deus enviou o Senhor para nos ensinar. Os seus milagres são uma prova suficiente disto”.
3. Jesus respondeu: “Verdadeiramente, digo-lhe isto: Se alguém não nascer de novo, nunca poderá ver o Reino de Deus”.
4. “Nascer de novo!”, exclamou Nicodemos. “O que o Senhor quer dizer? Como pode um homem velho voltar para o ventre da mãe e nascer outra vez?”
5. Jesus respondeu: “O que eu lhe estou dizendo é verdade: Se alguém não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.
6. O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito.
7. Portanto, não se admire da minha declaração de que é preciso nascer de novo!
8. Assim como você pode ouvir o vento, mas não pode dizer de onde ele vem ou para onde vai, assim acontece com todos os nascidos do Espírito”.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Deu Zica!

Aproveitando o dia santo mostro um prisma bíblico referido nas palavras "linkadas".

Zica apresenta evolução para Guillain-Barré, paralisia mediada por alergia prévia a infecção, desorganizando o sistema de defesa.

A mistura de espécies veiculada pelos mosquitos transgênicos liberados no nordeste e região de Campinas, SP coincidiu com aumento vertiginoso da microcefalia.

Melhor abrirmos os olhos com os transgênicos, antes que sejam obliterados pelas alergias e infecções.

Relembro a abordagem homeopática simples tanto para prevenir como tratar viroses: Phosphorus C12

sábado, 6 de dezembro de 2014

Orientação alimentar Bíblica

Em 22 de março de 2012 12:55, aldeneide de souza <aldeneidefonseca2011@hotmail.com> escreveu:
 
muito boa, gostei e vou procurar coloca-la em pratica na minha vida.
 
Referrer: http://luizmeira.com/imaculada.htm

Festas

Em 3 de abril de 2012 13:17, angela escreveu:
 
gostei muito destá materia muito bom



Alegrar-se, comemorar, celebrar, lembrar situações e eventos marcantes são movimentos essenciais para promover o bem-estar físico e emocional, em rumo à transcendência da matéria.

Podemos conhecer as  etnias em função das festas que realizam.

Festas saudáveis são aquelas que varolizam os participantes, diferente das pictóricas onde os participantes assistem a expressão de poucos, sendo usados como sustentação do grupo ativo.

Acontecer na lua cheia é elemento fundamental onde além da luz que inspira e ilumina os caminhos de forma universal, também vitaliza as estruturas biológicas humanas e naturais.
Uma festa que não aconteça na lua cheia, não está valorizando os participantes.

Quanto ao momento da órbita planetária é essencial que seja nos equinócios onde todos estão a meio caminho dos extremos. Quanto mais próximo dos solstícios mais diferenciada será a condição de cada participante, onde uns estarão no extremo frio e outros no extremo calor, limitando expressão autêntica de identificação com o tema e elementos culturais.
 ✨
Nossa cultura desumana, cruel, materialista, que promove o benefício da oligarquia financeira produz festas nos solstícios de verão e inverno de forma anacrônica ao bem comum.